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STF decide que é inconstitucional lei que liberou remédios contra obesidade

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (14), por 7 votos a 3, que uma lei sancionada em 2017 liberando a venda e consumo de alguns remédios usados contra a obesidade é inconstitucional. O entendimento majoritário entre os ministros do STF foi o de que o Congresso não poderia ultrapassar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e liberar os medicamentos.

A ação questiona a lei 13.454 de 2017, que autoriza a produção, a comercialização e o consumo, sob prescrição médica, dos anorexígenos sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol, medicamentos que inibem o apetite e são usados no tratamento contra a obesidade...

Governo lança estratégia para combate à obesidade infantil

O Ministério da Saúde lançou nesta terça (10) estratégia nacional para combater a obesidade infantil e campanha educativa sobre o tema. As iniciativas pretendem promover a alimentação saudável entre crianças e adolescentes.

A Estratégia Nacional de Prevenção e Atenção à Obesidade Infantil – Proteja disponibilizará recursos a municípios para o desenvolvimento de ações de combate ao problema e promoção de hábitos saudáveis...

Prefeitura de Petrolina alerta sobre cuidados para evitar a obesidade infantil

Nesta quinta-feira (03), Dia de conscientização contra a obesidade infantil, a Prefeitura de Petrolina alerta à população sobre os hábitos não saudáveis durante o isolamento social que podem trazer sérios riscos para as crianças. 

De acordo com a nutricionista do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF), Ingrid Souza, é preciso adotar alguns cuidados com a rotina alimentar das crianças. ..

Obesidade infantil: nutricionista da Secretaria de Saúde de Juazeiro faz alerta sobre como evitar

A obesidade infantil está relacionada ao acúmulo de gordura em crianças com até 12 anos de idade. Ela afeta de forma negativa a saúde dos pequenos. A gerente da Assistência Nutricional da Secretaria de Saúde, Beatriz Lopes, faz um alerta sobre o tipo de alimentação que pode provocar obesidade neste público e destaca como pais ou cuidadores podem prevenir esse problema. 

A obesidade infantil é uma doença multifatorial. A nutricionista afirma que alimentos industrializados como salgadinhos, macarrão instantâneo, refrigerantes, doces e frituras estão entre os principais causadores da obesidade neste público, associados, claro, à falta de atividade física...

Miguel Coelho anuncia vacinação para grávidas, pessoas com deficiência e com obesidade mórbida

Petrolina inicia na próxima semana uma nova etapa da vacinação contra a covid-19. O prefeito Miguel Coelho anunciou, na noite desta sexta (30), a liberação da primeira dose da vacina para grávidas, puérperas, pessoas com deficiência permanente, com síndrome de Down, que fazem hemodiálise, transplantados, imunodeprimidos, portadores de HIV e obesos mórbidos. 

Para garantir o atendimento, é necessário estar cadastrado no site vacinacaopetrolina.tisaude.com. Além disso, será exigido laudo médico original que comprove o pertencimento aos grupos convocados. ..

Medo da Covid-19 aumenta a procura por tratamento para obesidade

A obesidade ganhou mais espaço na mídia com a pandemia, por ser fator risco para complicações e morte para a Covid-19 – como acontece, também, com outras doenças crônicas: hipertensão arterial, diabetes.

O acesso à informação contribui para mudança de comportamento de muitos pacientes, como observa a nutricionista Lorenna Fracalossi, do Núcleo de Obesidade do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba)...

Obesidade pode agravar câncer de mama, diz estudo

Estudo feito por pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) identificou que pessoas obesas têm uma quantidade de vesículas eliminadas pelas células de gordura que, ao circularem na corrente sanguínea, podem levar a um processo inflamatório mais exacerbado ou ao agravamento de câncer de mama., caso a pessoa tenha câncer.

O grupo de pesquisadores é associado ao Programa de Oncobiologia, projeto que reúne diversas instituições dedicadas ao ensino, à pesquisa e extensão em biologia do câncer e que conta com o financiamento da Fundação do Câncer. O estudo foi publicado na revista internacional Endocrine-Related Cancer...

Endocrinologista afirma sedentarismo e péssima alimentação aumentam índice de obesidade

A Obesidade é uma doença dispendiosa, de alto risco, crônica e reincidente, a obesidade afeta milhões de pessoas em todo o mundo, inclusive crianças. Para falar sobre o assunto a RedeGN entrevistou o endocrinologista Enzo Oliveira, que explicou o motivo de tantos obesos no Brasil, e orientou o que deve ser feito ao perceber que está acima do peso.

De acordo com o especialista a obesidade e o sobrepeso afetam 27, e 33% dos brasileiros, respectivamente. “São números preocupantes e alguns fatores explicam essas taxas. O sedentarismo, isto é, a falta de atividade física. A piora na qualidade da alimentação, com aumento do consumo de gorduras, frituras, alimentos industrializados, e menor ingestão de fibras, vegetais e alimentos orgânicos. O próprio estilo de vida moderno, com muitas pressões, ansiedade, levando as pessoas a comerem rapidamente, mastigando pouco os alimentos, e aumentando a chance de compulsão alimentar”, declarou. ..

Obesidade atinge um em cada quatro adultos no Brasil, diz IBGE

Entre 2003 e 2019, a proporção de obesos na população com 20 anos ou mais de idade do país mais que dobrou, passando de 12,2% para 26,8%. No período, a obesidade feminina passou de 14,5% para 30,2% e se manteve acima da masculina, que subiu de 9,6% para 22,8%.

Já a proporção de pessoas com excesso de peso na população com 20 anos ou mais de idade subiu de 43,3% para 61,7% nos mesmos 17 anos. Entre os homens, foi de 43,3% para 60% e, entre as mulheres, de 43,2% para 63,3%...

DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO DA OBESIDADE ALERTA SOBRE A PREVENÇÃO DE DOENÇAS

Nesta sexta-feira (11) é comemorado o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. O principal objetivo do dia é alertar a população sobre a probabilidade de pessoas obesas desenvolverem diversos problemas. Diabetes, doença cardíaca, altas taxas de câncer são algumas dessas.

Uma boa alimentação ajuda na prevenção do surgimento de doenças crônicas e também na melhor qualidade de vida. A obesidade é um dos fatores de risco para a saúde e tem forte relação com altos níveis de gordura e açúcar no sangue, excesso de colesterol e casos de pré-diabetes. É necessário ter bons hábitos e se conscientizar sobre os riscos de doenças causadas pela ingestão prolongada de alguns produtos, que devem ser ingeridos com moderação...

Prefeitura alerta para riscos da obesidade infantil e reforça ações da Atenção Básica de Petrolina

Crianças acima do peso têm mais chances de se tornarem adultos também obesos, a condição também está aliada ao aparecimento de doenças crônicas. Diante disso, a Prefeitura de Petrolina, vem reforçando o trabalho de acompanhamento feito nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). O 'Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil', foi celebrado na última segunda-feira (3) com a proposta de alertar a população sobre os cuidados necessários para combater essa doença que afeta milhares de crianças no mundo todo.

A nutricionista do Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB), Célia Regina de Oliveira, ressalta que é cada vez maior o número de crianças acima do peso. "A obesidade impacta na saúde física, elas são mais propensas a ter asma, apneia do sono, problemas nos ossos e articulações, diabetes tipo 2, colesterol alto, problemas no fígado e doenças cardíacas, além de problemas psicológicos", explicou...

A obesidade é considerada uma epidemia global pela Organização Mundial de Saúde

O acúmulo excessivo de gordura na região abdominal já é um conhecido indicador de risco para doenças cardiovasculares. A medida, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), não deve ultrapassar 94 centímetros (cm) nos homens e 90 cm nas mulheres. Um novo estudo, desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no entanto, identificou que pessoas fisicamente ativas e sem sobrepeso, mas com valores de relação cintura-estatura (RCE) próximos ao limite do risco também têm maior probabilidade de desenvolver distúrbios no coração.

A obesidade é considerada uma epidemia global pela OMS. Estima-se que 1,9 bilhão de adultos tenham sobrepeso, dos quais 600 milhões estão obesos. No Brasil, a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2017, do Ministério da Saúde, mostrou que 18,9% dos brasileiros estão obesos. Além disso, mais da metade da população das capitais brasileiras (54%) têm excesso de peso...

Tamanho exagerado de porções em restaurantes contribui para obesidade

O tamanho das porções de comida servidas em restaurantes populares contribui para o aumento da obesidade. A conclusão é de um estudo que pesou e mediu o valor calórico de uma refeição completa, em cinco países: Brasil, China, Finlândia, Gana e Índia. Excetuando a refeição chinesa, o volume calórico por prato feito (PF), como se diz no Brasil, chega a ser, em média, 33% maior do que a de um lanche de fast food (comida rápida).

O consumo das porções servidas em restaurante populares fornece entre 70% e 120% das necessidades calóricas diárias para uma mulher sedentária, cerca de 2 mil quilocalorias (kcal)...

CONCLUSÃO DA PRIMEIRA CLÍNICA DE PROFILAXIA E REABILITAÇÃO DA REGIÃO NORTE

Na última terça-feira (18) aconteceu a Conclusão da Primeira (1ª) Clínica de Profilaxia e Reabiltação da Região Norte com a presença do Comandante Geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Anselmo Alves Brandão. Participaram das atividades da Clínica doze policiais militares pertencentes a unidades PM de Juazeiro que juntos perderam mais 136 quilogramas (Kg).

A Clínica de Profilaxia e Reabilitação já conta com vinte e três (23) edições na capital da Bahia e foi aplicada pela primeira vez no interior do Estado na cidade de Juazeiro, ela tem como objetivo capacitar e qualificar os participantes com conhecimentos técnicos práticos e teóricos sobre o tratamento não farmacológico das doenças causadas pela obesidade, o sedentarismo, má canalização do estresse do cotidiano, má alimentação, postura incorretas, dentre outros, tornando-os capazes de se auto ajudarem e se formarem em futuros multiplicadores nas suas Unidades Operacionais e nos seus lares...

Universidades terão incentivo para controlar obesidade, Bahia e Pernambuco serão contemplados

Chamada pública do Ministério da Saúde incentiva universidades públicas e privadas a desenvolver projetos com ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da obesidade no Sistema Único de Saúde (SUS). Serão disponibilizados R$ 10 milhões para o desenvolvimento de pesquisa, extensão e formação de trabalhadores na atenção básica, nível de atenção, com capacidade para resolver 80% dos problemas de saúde.

 Ao todo, serão selecionadas 27 universidades. Os projetos devem ter duração de dois anos, contados a partir da data de assinatura da proposta, além de obedecer a requisitos técnicos descritos no edital. “O objetivo do ministério é qualificar a assistência e o cuidado para a prevenção e o controle da obesidade, que já afeta 18,9% da população adulta nas capitais brasileiras”, informou a pasta...

Reunião médico-científica do HDM/IMIP discute "Cesariana na Obesidade Mórbida"

A Reunião Médico-Científica do Grupo de Interesses Especiais (SIGs) da Rede Universitária de Telemedicina – formado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Hospital Dom Malan (HDM/IMIP), e mais 10 instituições de ensino e pesquisa do país – discutiu neste mês de agosto o tema "Cesariana na Obesidade Mórbida".

O estudo de caso foi apresentado por Gabriel Nardi, R2 de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Universitário de Brasília, e os riscos e cuidados anestésicos na cesariana de pacientes com este perfil foi discutido pelo professor Gabriel Guimarães, chefe do serviço de anestesiologia da instituição. A dinâmica do debate foi feita, como sempre, por videoconferência...

Indústria propõe novo alerta em rótulos de alimentos para vetar aumento da obesidade

Em uma queda de braço com outras entidades, representantes da indústria de alimentos têm aumentado a pressão junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para incluir um modelo próprio de alerta sobre o teor de açúcar, gordura e sódio no rótulos dos produtos.

Hoje, as novas regras que mudarão as embalagens são alvo de discussão na Anvisa. O objetivo é ajudar o consumidor a fazer escolhas mais saudáveis e criar ferramentas para deter o avanço da obesidade no país, problema que atinge 18,9% da população adulta.

Relatório inicial da equipe técnica da Anvisa, no entanto, deu parecer negativo à proposta da indústria, que defende a inclusão de uma espécie de "semáforo nutricional" na frente dos rótulos. Agora, a Abia (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação) pressiona para pôr um modelo próprio de volta na mesa de discussões. Segundo o presidente-executivo da associação, João Dornellas, uma nova proposta foi apresentada nesta semana.

O modelo, ao qual a reportagem teve acesso, mantém o formato de semáforo, mas passa a trazer frases que indicam alto, médio ou baixo teor de açúcar, sódio e gorduras junto às cores vermelha, amarela e verde com maior destaque. Antes, a proposta enviada à agência dava menor espaço às cores e usava letras e números pequenos.

A medida representa nova ofensiva da indústria na tentativa de reverter a avaliação favorável da Anvisa a modelos semelhantes aos defendidos pela Opas (Organização Pan-americana de Saúde) e entidades de defesa do consumidor.

Por essas propostas, o rótulo traria um símbolo de advertência sempre que há excesso de um desses ingredientes apontados como fatores de risco para obesidade e doenças crônicas. Não haveria, assim, sinais diferentes para baixo ou médio teor, assim como ocorre no semáforo. O argumento de entidades pró-consumidores é que essa mistura de informações poderia levar a uma interpretação errada sobre quão saudável é um produto.

Já a indústria alega que modelos de advertência subestimam o poder de decisão do consumidor. "Quando bem informado, ele tem o direito de fazer suas escolhas. Mas esse modelo parte da premissa de que ele não tem autonomia ou não sabe escolher", diz Wilson Mello, presidente do conselho diretor da Abia.

Na última semana, representantes das indústrias dos países do Mercosul estiveram em Brasília e assinaram uma carta em que defendem que uma eventual mudança nos rótulos seja acordada de forma única entre Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

"Ter legislações diferentes em cada um dos países só vai atrapalhar o processo de integração vai inviabilizar o comércio exterior. Imagina cada indústria ter que preparar um tipo de embalagem para cada um dos países?", diz Mello.

Em outra frente, a Abia obteve uma liminar que prorroga até o dia 24 de julho o final do prazo de uma consulta pública que terminaria na terça-feira (10). O argumento é que o prazo de 45 dias, que coincidiu com a greve dos caminhoneiros e Copa do Mundo, seria insuficiente para apresentar estudos e discutir o relatório. Também poderia colocar em risco a comprovação técnica do impacto da mudança, informa. A Anvisa afirma que já reativou a consulta, mas que pretende recorrer da decisão.

Para o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), a tentativa da indústria em estender o processo causa estranheza. "O momento para que setores da sociedade enviassem suas propostas, modelos de rotulagem e estudos já foi aberto e respeitado. Esse tipo de manobra é uma tentativa de adiar o processo", afirmou em nota o advogado do instituto, Igor Rodrigues.

Até esta terça, 2.858 pessoas já tinham enviado sugestões ao processo. Deste total, 60% se identificaram como consumidores e, 18%, como profissionais de saúde. A Anvisa afirma que ainda não finalizou a análise das contribuições. A previsão é que uma proposta de norma com base nas sugestões seja elaborada até o fim deste ano.

Apesar da disputa entre as entidades, em um ponto a maioria dos que participaram da consulta concorda: é preciso mudar os rótulos. Ao todo, 90% dos que enviaram sugestões para a consulta disseram ter grande dificuldade em identificar o teor nutricional dos alimentos com base nas informações das embalagens atuais, segundo estatísticas preliminares da Anvisa. A agência afirma que todas as propostas serão avaliadas e consideradas na decisão final e diz que o relatório fez uma avaliação robusta do cenário internacional e da literatura científica disponível...

Brasil terá 11,3 mi de crianças acima do peso em 2025, segundo OMS

A Organização Mundial da Saúde estima que globalmente há pelo menos 41 milhões de crianças entre 0-5 anos obesas ou com sobrepeso, e prevê ainda que se o cenário atual continuar o número saltará para 70 milhões em 2025 – só no Brasil 11,3 milhões. A agência também aponta que a obesidade e o sobrepeso estão ligados a mais mortes mundialmente que a desnutrição e baixo peso.

Crianças e adolescentes com sobrepeso têm maiores chances de se tornarem adultos obesos. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde apontam que 20% da população brasileira sofre com a obesidade. Pensando neste cenário, o portal back-to-school.deals, pertencente ao Global Savings Group, plataforma de descontos online presente em mais de 25 países, desenvolveu um infográfico com ideias de lanches saudáveis para as crianças levarem à escola. Quanto mais cedo a educação alimentar estiver presente no dia-a-dia, melhor para a saúde...

UPAE/IMIP de Petrolina alerta para o risco da obesidade

A Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina (UPAE/IMIP), assim como o IMIP e todas as suas unidades gerenciadas, atua na assistência, ensino, pesquisa e também na prevenção, buscando contribuir assim com a saúde integral dos usuários e a promoção de uma melhor qualidade de vida da população. 

O calendário lembra o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. Para celebrar, a UPAE ressalta a sua política de acessibilidade e dá dicas importantes para prevenção do acúmulo excessivo de gordura corporal que pode levar a muitas doenças...

Conselho Federal de Medicina não reconhece gastroplastia endoscópica como tratamento de obesidade

O Conselho Federal de Medicina divulgou nota esclarecendo que a gastroplastia endoscópica não é um procedimento reconhecido para tratamento da obesidade. Em 2017, várias notícias e publicidades surgiram na imprensa oferecendo este procedimento como sendo uma técnica menos invasiva e que não precisa de internação. No entanto, ela não pode ser realizada no Brasil de forma regular sem a aprovação do órgão. O médico-cirurgião brasileiro Cid Pitombo, especialista em estudos de obesidade, explica que as pessoas devem ficar atentas com procedimentos que se dizem milagrosos.

"Não existe mágica contra a obesidade. Ela é uma doença grave e precisa ser tratada de forma séria. Os pacientes devem buscar se informar sobre as técnicas e profissionais reconhecidas pelo Conselho de Medicina para não colocarem suas vidas em risco" – alerta dr. Cid Pitombo...