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410 mil vidas me separam do presidente, diz Mandetta em CPI da Covid

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta afirmou, em depoimento durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, nesta terça-feira (4/5), que intensificou as críticas ao Executivo após deixar o governo. Segundo ele, antes, a tentativa era de construir pontes e orientar o presidente da República, Jair Bolsonaro, o que funcionava por alguns dias, antes que o mandatário começasse a provocar aglomerações e espalhar desinformação sobre o combate ao vírus.

Mandetta respondia a um questionamento do senador Angelo Coronel (PSB-BA). Ele afirmou que 410 mil mortes o separam de Jair Bolsonaro. “Cada vez que se conversava com o presidente, ele compreendia. A gente falava que não se pode aglomerar, que tem que usar o álcool em gel, e ele compreendia e falava que ia ajudar. Só que se passavam dois ou três dias e ele voltava a aglomerar”, lembrou...

CPI da Covid-19, no senado Federal, ouve ex- ministro Mandeta agora. Assista aqui

A CPI da pandemia, instalada no senado federal, já iniciou a sessão desta terça-feira (4) e o ex-Ministro Mandetta, que comandou a pasta da Saúde no início do governo Bolsonaro e nos primeiros meses da pandemia do Coronavírus no Brasil, está no centro das atenções.

O depoimento de Mandetta é aguardado com muita expectativa e deve provocar muitos debates na CPI e nos bastidores políticos, em Brasília...

Ex-ministro Mandetta sugere 'polo democrático para o Brasil' contra Lula e Bolsonaro

A polarização entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que recuperou seus direitos políticos após decisão do STF de anular os processos e declarar Sérgio Moro suspeito, foi criticada pelo ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em entrevista concedida à Rádio Folha 96,7 FM, nesta quinta-feira (25). Com nome colocado como um dos possíveis pré-candidatos em 2022, ele sugeriu a criação de um "polo democrático como alternativa ao Brasil".

Em relação à confirmação do seu nome como pré-candidato, ele procurou ser cauteloso. "O que a gente tem hoje é um chamado", dizendo que existem alternativas para o que chamou de "polos populistas", se referindo ao atual presidente e a Lula. "Esses dois polos já estão colocados. O que a gente está querendo não é um polo de Lula contra o polo Bolsonaro. É um polo democrático para o Brasil, composto por todas as pessoas que entendem que a gente vai ter que reunificar o País. Num polo desses dois, o Brasil perde", avaliou..

Ex-Ministro Mandetta alerta para o risco de imunização ser interrompida por insuficiência de vacinas

Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta alertou para o risco de a imunização contra a covid-19 ser interrompida — ainda que temporariamente — por insuficiência de vacinas, uma vez que o plano hoje está concentrado na CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan junto à Sinovac.

Segundo Mandetta, o Brasil está numa posição "muito frágil" neste momento. Isso porque o Butantan ainda não produz a vacina, só é responsável pelo envase, estando dependente da chegada do princípio ativo, substância que compõe as vacinas, vindo da China. O mesmo acontece com o imunizante da AstraZeneca/Oxford, que também tem componentes produzidos no país asiático...

Covid-19: Ex-Ministro da Saúde Luiz Mandetta pede reflexão ao presidente Bolsonaro

Autoridades, políticos e ex-integrantes do governo Jair Bolsonaro se manifestaram após o presidente afirmar, nesta terça (7), que testou positivo para Covid-19. O petista Fernando Haddad afirmou que lamentava pelos 1,6 milhão de infectados "e pelo fato de nós termos entre nós o pior gestor de crise do mundo". E disse ainda: "Desejo que todos se restabeleçam, inclusive Bolsonaro".

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta também se manifestou...

Mandetta lamenta 50 mil mortes no 'ex-paciente' Brasil: 'Meu respeito às vítimas'

Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta utilizou as redes sociais na noite do último sábado (20) para lamentar a marca de 50 mil mortos por causa da Covid-19 no Brasil. Na publicação, o antigo membro do governo Bolsonaro citou o país como "ex-paciente" e reforçou o pedido por foco na ciência durante este momento.

"50000 vidas perdidas . Meu respeito às vítimas . Meu ex paciente chamado Brasil , rezo por você! Queria tanto não atingir esta marca. Vamos lutar!!! Foco. Disciplina. Ciência. SUS!!! Fiquemos  unidos. Governos passam. Oremos!!!", declarou...

Após saída de Teich, Moro fala em "cenário difícil'

O ex-ministro da Justiça, Sergio Moro,  usou o Twitter para criticar. "Cenário difícil, em plena pandemia, 13993 mortes até ontem. Números crescentes a cada dia. Cuide-se e cuide dos outros", disse.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde manifestou, por meio de nota, a "mais alta preocupação" com a instabilidade no Ministério da Saúde e na condução da pandemia. "A instabilidade e a falta de ações coordenadas e claras, neste momento, são inimigas da saúde e da vida", disse o presidente do conselho Alberto Beltrame.
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'Oremos. Força SUS. Paciência e fé', pede o também ex- ministro Mandetta depois de saída de Teich

O ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta manifestou temor com a substituição do ministro Nelson Teich pelo general Eduardo Pazarello no Ministério da Saúde, anunciada nesta sexta (15).  É a segunda troca do comando do Ministério da Saúde feito por Jair Bolsonaro em pouco mais de um mês.

Na conta no Twitter, Mandetta afirmou de forma direta força ao Sistema Unico de Saúde e  que é preciso ter "paciência" e "fé". Ele também falou em oração e fez referência à ciência...

Desencontros: Sem alinhamento de ideias, Bolsonaro segue confrontando Ministério da Saúde

A saída de Luiz Henrique Mandetta e a chegada de Nelson Teich, vislumbrada como promissora na relação entre as ideias de Jair Bolsonaro e as ações do Ministério da Saúde, não se confirmaram e já há rumores de que Teich possa ser mais uma vítima dos caprichos presidenciais. Sem um alinhamento de planos, Bolsonaro segue na contramão, defendendo fim do isolamento e uso da cloroquina.

Nos últimos dias, em pelo menos duas vezes, Bolsonaro deixou o seu novo ministro em situação vexatória. No primeiro vexame Teich se preparava para anunciar, em coletiva, um plano coordenado de saída do isolamento social, gradativo e no momento oportuno, alinhado com governadores e prefeitos, quando ficou sabendo, pelos jornalistas presentes, que Jair Bolsonaro tinha publicado um decreto com ampliação dos segmentos considerados essenciais. Foi um momento constrangedor, com Teich procurando palavras e apoio nas demais pessoas que compunham a mesa. ..

Bolsonaro: selamos um ciclo; Mandetta se prontificou a uma transição

O presidente Jair Bolsonaro anunciou oficialmente nesta quinta-feira, 16, em pronunciamento, a demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Em uma conversa de 30 minutos, Bolsonaro disse que chegou a um "divórcio consensual" e que também falaram da situação da pandemia do novo coronavírus no País...

Urgente: Mandetta é exonerado e não comanda mais o Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, foi exonerado da função de Ministro de Saúde. Ele foi chamado ao Palácio do Planalto na tarde desta quinta-feira (16) para se reunir com o presidente Jair Bolsonaro.

Mandetta chegou ao Palácio por volta das 15h45 no carro oficial do ministério. O agora ex ministro Mandetta informou a demissão pelas redes sociais...

'Troca no ministério deve se concretizar hoje ou amanhã', diz Mandetta

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse nesta quinta-feira (16) que a pasta deve ter mudanças nas próximas horas. "Devemos ter uma situação de troca no ministério que deve se concretizar hoje ou amanhã", disse o ministro.

Desde o início da semana fala-se na saída do ministro do cargo devido ao desgaste na relação com o presidente Jair Bolsonaro. Ele já teria comunicado a saída à equipe.

"Eu sou a peça menor dessa engrenagem, eu escolhi muito bem a minha equipe", completou ao explicar que o trabalho de combate continuará independente de quem assuma o seu cargo...

Mandetta recusa pedido de demissão de secretário: 'Estamos juntos e vamos sair juntos'

O ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta recusou o pedido de demissão do secretário nacional de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira. Com isso, o epidemiologista, que na manhã desta quarta-feira havia apresentado a intenção de deixar o cargo, continua na pasta.

Pela manhã, Wanderson de Oliveira chegou a enviar uma mensagem de despedida a colegas de ministério. Mandetta, porém, o convenceu a permanecer no cargo...

''Não assisto à Globo'', diz Bolsonaro sobre entrevista de Mandetta

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na manhã desta segunda-feira (13/4), na saída do Palácio da Alvorada, que não assiste à TV Globo. A resposta foi dada após o presidente ter sido questionado por um dos apoiadores sobre a entrevista do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ao programa Fantástico deste domingo (12/4).

"Não assisto à Globo", afirmou. "Vou perder tempo da minha vida assistindo TV Globo agora?”, questionou Bolsonaro, seguido de aplausos da claque. O chefe do Executivo também recebeu orações e não concedeu entrevista para a imprensa. Em seguida, entrou no carro oficial rumo ao Palácio do Planalto. ..

Ministério da saúde quer aumentar testes para até 50 mil ao dia, mas oferta não será a todos

O Ministério da Saúde informou que pretende ampliar a capacidade de testes para o novo coronavírus de 4.200 para até 50 mil amostras por dia, por meio da instalação de "centros de coleta de emergência" e do uso de novas máquinas em parceria com a rede privada.

Ao mesmo tempo em que pretende ampliar a testagem, o Brasil ainda não terá oferta de testes para toda a população, afirma o secretário de vigilância em saúde, Wanderson Oliveira...

Bolsonaro e Mandetta discutem relação, fazem reunião 'tranquila' e conversam sobre leitos

Em meio à crise política do coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reuniram-se na manhã desta quarta-feira (8) para tentar se acertar.

Auxiliares do presidente e do ministro relatam que o encontro foi tranquilo e tratou da ocupação de leitos hospitalares devido à Covid-19. Pessoas próximas ao presidente disseram que, até o encontro desta manhã, Bolsonaro continuava disposto a exonerar Mandetta...

O que levou Bolsonaro a manter Mandetta, após sinalizar sua demissão?

O presidente da república Jair Bolsonaro voltou atrás na sua decisão de demitir Luiz Henrique Mandetta, Ministro da Saúde, após ouvir vozes contrárias vindas de sua própria base e de outros segmentos, a exemplo do Senado Federal, Câmara dos Deputado e Supremo Tribunal Federal. 

Os generais Braga Netto, Luiz Ramos, Fernando Azevedo e Silva e o almirante Flávio Rocha fecharam posição contra a demissão de Luiz Henrique Mandetta e aconselharam Jair Bolsonaro a reconsiderar sua decisão em razão de uma série de consequências negativas, dentre elas a possibilidade do Congresso nacional acatar um pedido de impeachment...

Bolsonaro ameaça, mas desiste de demitir Mandetta nesta segunda-feira (06)

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, balançou forte nesta segunda-feira, 6, mas não irá cair, ao menos por ora. O presidente Jair Bolsonaro já tinha se decidido pela exoneração do principal nome do governo no combate ao coronavírus, mas no final da tarde foi convencido por militares, como os ministros Walter Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Governo), de que a melhor decisão seria manter o ministro por enquanto.

A possibilidade de exoneração, no entanto, continua forte. Mandetta bateu de frente com Bolsonaro principalmente por causa da questão da quarentena ampla, que o ministro e as principais autoridades de saúde do mundo defendem, entre elas a Organização Mundial da Saúde (OMS), que lidera os esforços mundiais de combate à pandemia...

Bolsonaro decide demitir Mandetta ainda nesta segunda-feira, 6, afirma Jornal O Globo

Em meio à pandemia de coronavírus e uma crise sem precedentes, o presidente da república, Jair Bolsonaro (sem partido), decidiu demitir o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, segundo o jornal O Globo, que confirmou a informação com dois auxiliares do presidente.

A demissão do ministro deve acontecer ainda nesta segunda-feira (6) - o ato oficial de exoneração está sendo preparado no Palácio do Planalto. O deputador federal Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro da Cidadania, é o mais cotado para substituir Mandetta...

Maia diz que Bolsonaro não tem coragem de demitir Mandetta e mudar política contra coronavírus

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta sexta-feira (3) que, apesar dos ataques, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não tem coragem de demitir o ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) e mudar a política de enfrentamento ao coronavírus.

As declarações foram feitas durante videoconferência promovida pelo jornal Valor Econômico com o banco Itaú e que contou com a participação de Mário Mesquita, economista-chefe do banco...