RedeGN - Suporte para petrolinenses durante auge da pandemia, Hospital de Campanha Monte Carmelo pode encerrar atividades

Suporte para petrolinenses durante auge da pandemia, Hospital de Campanha Monte Carmelo pode encerrar atividades

Montado em 2020 para atender pacientes com sintomas leves e intermediários da Covid-19, o Hospital de Campanha Monte Carmelo, em Petrolina, pode fechar as portas. A informação foi dada pelo programa Viva Bem, que recebeu mensagens denunciando o possível fechamento da unidade. Uma dessas mensagens é de um profissional de saúde apontando a eminente demissão dos servidores que atuam na unidade, conforme diz a publicação.

“Gostaria de externar o sentimento dos profissionais contratados pelo município de Petrolina para trabalharem no Hospital de Campanha. O hospital está sendo fechado essa semana, enquanto os casos continuam aumentando. Os profissionais estão sendo demitidos, tentamos falar com a Secretaria de Saúde para tentar realocar ou tornar o hospital porta aberta já que tem uma estrutura completa de aparelhagem e profissionais qualificados, para assim desafogar os outros serviços de saúde, mas nada foi aceito. Estamos sendo descartados, um dia fomos heróis, hoje somos muitos entre milhares de desempregados no país,” disse o ouvinte que preferiu não se identificar, destacou o programa em seu Instagram.

Instalado pela Prefeitura de Petrolina em maio de 2020, o Hospital de Campanha Monte Carmelo chegou a ter 100 leitos para assistência de baixa complexidade e tem como objetivo atender as demandas dos petrolinenses com casos leves e moderados de Covid-19. Também tinha a sua disposição, uma ambulância exclusiva para o translado do paciente, desde a unidade que se encontra até o hospital, 24 horas por dia.

Porém, conforme destacou a publicação, de acordo com a Secretaria de Saúde de Petrolina, desde a sua implantação, até a última segunda-feira (18), nunca houve a ocupação total dos leitos do Hospital de Campanha. A Secretaria de Saúde ainda não se manifestou sobre o possível fechamento e a demissão dos profissionais da unidade.

*com informações do Viva Bem

Da Redação RedeGN