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‘A Amazônia com certeza corre risco’, diz Marina Silva

Para a candidata à Presidência derrotada da Rede, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, a “Amazônia com certeza corre risco” no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Marina disse que vê com “preocupação” as propostas defendidas pelo novo governo em relação ao meio ambiente. Leia, abaixo, os principais trechos da entrevista.

Como a senhora enxerga os militares integrando o governo?..

Oponentes estão juntos em 'artilharia pesada', diz Marina Silva em Salvador

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Em comício na noite deste sábado (20) em Salvador (BA), a candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, disse que o vermelho e o azul, em uma referência ao Partido dos Trabalhadores (PT) e ao PSDB, seus principais concorrentes nas eleições deste ano, "estão juntos na mesma artilharia pesada".  "Estão criticando nosso programa. Criticam porque não fizeram programa. A Dilma [Rousseff, presidente da República e candidata do PT] não fez, o Aécio [Neves, representante do PSDB] não fez e ficam jogando uma cortina de fumaça. Tentando confundir nosso povo. Pela primeira vez o azul e o vermelho estão juntos na mesma artilharia pesada, combatendo a gente a ferro e a fogo", declarou Marina...

Tentaram nos eliminar prematuramente, diz Marina Silva

Logo após ser oficializada candidata à vice-presidência da República na chapa de Eduardo Campos (PSB), Marina Silva (Rede) discursou defendendo a aliança entre ambos e o programa de governo que os une. “Tentaram nos eliminar prematuramente, mas nos deram a oportunidade de nos juntarmos”, afirmou há pouco durante convenção em Brasília, referindo-se a pressões políticas. “Nos juntamos não prematuramente, mas no tempo do adversidade, que junta o possível para criar o aparentemente impossível”. “As bases da nossa aliança são aprofundar a democracia, e ao mesmo tempo ter a ousadia de encarar novos desafios”, acrescentou, ponderando que é necessário manter conquistas alcançadas nos governos passados, como a estabilidade econômica e o senso de responsabilidade fiscal. “Temos que sair do modelo predatório para o modelo sustentável de desenvolvimento, que seja sustentável em todos as dimensões”, disse citando os campos social, econômico e ambiental. “Um País que é potência agrícola precisa aumentar a produção por ganhos de produtividade, com investimentos em tecnologia e ciência”, afirmou. Em seu discurso, Marina Silva afirmou que a sociedade não quer ser mais mera espectadora, mas sim protagonista das situações políticas. “O que estamos fazendo é inédito no Brasil. É uma aliança baseada em programa. Não é uma união com uma pessoa, mas com um movimento social”, frisou.

A candidata defendeu um pacto de não agressão nas campanhas políticas e lembrou que os movimentos sociais ocorridos em junho do ano passado deixaram uma lição. “É um apelo para que se faça uma mudança e renovação da política. Ela não acontecerá se acharmos que seremos nós que vamos fazer essa mudança. A verdadeira reforma política será feita pela sociedade brasileira”...

Nunca soube de ligação do PT com as Farc, diz Marina Silva

A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, disse nesta sexta-feira, após conceder entrevista ao programa 3 a 1, da TV Brasil, em São Paulo, que as recentes trocas de acusações entre o PT e o PSDB levam o debate eleitoral para um caminho ruim. Perguntada sobre as declarações feitas pelo deputado Indio da Costa (DEM-RJ), vice do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, que vinculou o PT às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), a senadora , que militou no partido até o ano passado, disse que nunca soube de qualquer ligação com a guerrilha. “Fui do PT durante 30 anos, nunca soube de qualquer ligação com as Farc. O PT é um partido de tradição democrática”, declarou. (R7)
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“Há vida após o PT”, diz Marina Silva

Depois de trocar o PT pelo PV para concorrer ao Palácio do Planalto nas eleições deste ano, a senadora Marina Silva (AC) afirma que o fato de ter pertencido ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não a impede de apontar falhas da atual administração federal, como a incapacidade de realizar as reformas estruturais de que o País precisa. Em visita à redação do iG na manhã desta terça-feira, Marina falou sobre sua passagem pelo Ministério do Meio Ambiente e sua decisão de deixar os quadros do PT após três décadas de militância. “Há vida após o PT”, disse.

Marina garantiu que sua candidatura presidencial não vai se resumir a uma simples ferramenta para marcar posição. E tomou por base seu desempenho nas pesquisas de opinião para dizer que já ultrapassou esse ponto. “Eu acho que essa história de marcar posição, de certa forma, existe um grupo que é interessado em plantar esse joio. Acho que 12% já é uma posição bem marcada. E isso é apenas o começo”, respondeu. (iG)..